Brasília to gain photovoltaic solar power plant

Up to June since year, about 1MW of solar energy will come into operation in the DF.

Liz Lôbo

Japão3Brazil is among the 10 largest consumers of electricity in the world and has one of the best solar radiation rates on the planet. Thinking of this Brazilian potential is growing investment in renewable energy. This is the case of FAZSOL Energias Renováveis; a joint venture of Japanese startup Shizen Energy and Espaço Y, a Brazilian real estate developer, which announced the start of construction of its first solar power plant in Brazil. It is located in the rural core of Capão Seco, in the Paranoá administrative region, and will begin supplying 1.1 MW for the population of Brasília, capital of Brazil, and satellite cities. To celebrate the partnership and the beginning of the works, a ceremony was held on February 26 with representatives from the Japanese government, the Federal District and the Japanese cooperation agency.

energia-solarThe Capão Seco project is a pilot project with an investment of R $ 5 million per MWh and the goal is to reach a production of 20MWh until the next 12 months with the launch of new projects in sight. The services and production generated by the new plant are already contracted with two commercial establishments in the Federal District, which should save 15% to 20% on energy costs. The works are expected to be completed in about three months, generating enough to supply about 350 homes.

Japão13“Global expansion is one of the steps to achieving our commitment to transforming the world. Developing sustainable energy matrices is our way of creating energy for the future and, more importantly, changing the way people and organizations use that asset “said Ken Isono, one of Shizen’s founders and CEO.

Japão9“For us, participation in an environmentally sustainable and job-creating business for Brazil is very significant, while at the same time contributing to supply the demand for electric power in our region,” Said the president of the EsPaço Y, Daltro Noronha Barros.

Industry data – The photovoltaic solar energy in Brazil is at 1.9 GW of installed capacity, with a forecast of 17 projects under construction (458,912 kW of power), in addition to the 46 projects authorized, but not yet started (1,279,056 kW), according to Aneel data. The source leads the microgeneration and distributed minigeration segment with almost 100% of the country’s facilities (it is responsible for 615,542.45 KW of installed power, out of a total of 727,094.65 kW considering other sources such as wind, biomass, thermal and hydroelectric dam).

 In the last year, more than 20 thousand new direct and indirect jobs have been generated, with each MW of photovoltaic solar energy being installed, 25 to 30 jobs are generated, according to the Brazilian Association of Solar Energy. This is one of the highest rates of employment generation in the electricity sector, and also among the renewable ones in the world, with 3.4 million of the total 10.3 million renewable jobs on the planet.

The growth of microgeneration and distributed solar photovoltaic mini-generation is driven by two main factors: the 75% reduction in the price of photovoltaic solar energy in the last 10 years and the strong increase in the price of electricity from consumers, which since 2012 has accumulated a high 499%, according to the Ministry of Mines and Energy.

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Brasília ganhará usina de energia solar fotovoltaica

Até junho desde ano, cerca de 1MW de energia solar entrará em funcionamento no DF.

Liz Lobo

O Brasil está entre os 10 maiores consumidores de eletricidade do mundo e possui um dos melhores índices de radiação solar do planeta, Pensando nesse potencial brasileiro cresce o investimento na área de energia renováveis. Esse é o caso da FAZSOL Energias Renováveis ; uma união da startup japonesa Shizen Energy, e da Espaço Y, empresa brasileira de empreendimentos imobiliários, que anunciaram o  início da construção de sua primeira usina de energia solar no Brasil. A planta, localizada no núcleo rural de Capão Seco, na região administrativa do Paranoá, começará fornecendo 1,1 MW para a população de Brasília e cidades satélites. Para celebrar a parceria e o inicio das obras foi realizada , no dia 26 de fevereiro, no Bar Armazém do Ferreira, uma cerimônia do saquê com presença de representantes do governo japonês,  do Distrito Federal e da agência de cooperação japonesa.

O empreendimento em Capão Seco é um projeto piloto  com investimento  de R$ 5 milhões por cada MWh e a meta é chegar a uma produção de 20MWh até os próximos 12 meses com o lançamento de novos empreendimentos em vista. Os serviços e a produção gerada pela nova  usina já estão contratados com dois estabelecimentos comerciais do DF que deverão contar com uma economia de 15% a 20% nos custos de energia.  As obras deverão estar concluídas daqui a aproximadamente três meses, gerando o suficiente para abastecer cerca de 350 residências.

“A expansão global é um dos passos para alcançar nosso compromisso de transformar o mundo. O desenvolvimento de matrizes energéticas sustentáveis é a nossa maneira de criar energia para o futuro e, mais importante, mudar o modo como as pessoas e as organizações usam esse ativo”, disse Ken Isono, um dos fundadores e CEO da Shizen.

“Para nós, é muito significativa a participação em um negócio ambientalmente sustentável e gerador de empregos  para o Brasil, ao mesmo tempo que contribuímos para suprir a demanda de energia elétrica em nossa região”, afirmou.

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Japão14Dados do setor – Atualmente, a energia solar fotovoltaica no Brasil está na casa de 1,9 GW de capacidade instalada, com a previsão de entrada no sistema de 17 empreendimentos em construção (458.912 kw de potência), além dos 46 projetos autorizados, mas ainda não iniciados (1.279.056 kw), segundo dados da Aneel. A fonte lidera com folga o segmento de microgeração e minigeração distribuída, com quase 100% das instalações do País (é responsável por 615.542,45 KW de potência instalada, do total de 727.094,65 kW considerando outras fontes como eólica, biomassa, térmica e hidrelétrica).

No último ano, já foram gerados mais de 20 mil novos empregos diretos e indiretos, sendo que a cada MW de energia solar fotovoltaica instalados, são gerados de 25 a 30 postos de trabalho, de acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar.  Esta é uma das maiores taxas de geração de emprego do setor elétrico, e também entre as renováveis no mundo, com 3,4 milhões do total de 10,3 milhões de empregos de fontes renováveis no planeta.

 O crescimento da microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica é impulsionado por dois fatores principais: a redução de 75% no preço da energia solar fotovoltaica nos últimos 10 anos e o forte aumento do preço da energia elétrica dos consumidores, que desde 2012 acumula uma alta de 499%, segundo o Ministério de Minas e Energia.

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