[:pb]Cubanos festejam revolução[:]

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A embaixadora Marielena Capote exaltou luta de José Martí e fraternidade entre Brasil e Cuba
A embaixadora Marielena Capote exaltou luta de José Martí e fraternidade entre Brasil e Cuba

 Embaixada celebra o 57º aniversário do triunfo da revolução cubana e o 163º aniversário do herói nacional de Cuba “José Martí”.

Cubanos residentes em Brasília, autoridades e convidados participaram, dia 28 de janeiro, de uma noite político-cultural, na sede do Museu Nacional, onde comemoraram mais um aniversário da revolução em Cuba e também do natalício do líder do movimento, José Martí. A solenidade foi aberta pela embaixadora de Cuba no Brasil, Marielena Ruiz Capote, que defendeu a necessidade de união do povo cubano e listou importantes realizações socioeconômicas durante esses últimos 57 anos, apesar do embarco americano. Sobre Martí, também chamado de “apóstolo”, a diplomata disse ser “um líder indispensável para a população cubana, cujo pensamento está presente ainda hoje”.

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Secretário de Cultura do DF, Guilherme Reis, representou o governo local no evento

Marielena Capote reconheceu o legado de José Martí e o papel de quem é o seu principal intérprete, Fidel Castro. A diplomata cubana agradeceu a constante e valiosa solidariedade do povo brasileiro a Cuba durante estes anos e destacou a celebração este ano do 30º aniversário do restabelecimento das relações diplomáticas entre Cuba e Brasil. O Secretário de cultura do governo do Distrito Federal, Guilherme Reis, manifestou a sua admiração pelos resultados obtidos pela revolução cubana e sublinhou o alcance universal do legado do herói nacional “José Martí”. “O que me impressiona da biografia dele é sua luta, desde jovem, contra o domínio colonial”, afirmou Reis.

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Membros da Associação dos Cubanos Residentes no Brasil marcaram presença na festa

  Para a presidente da Associação Nacional dos Cubanos Residentes no Brasil, Sol Helena Rodriguez, Martí era “o mais universal dos cubanos, um poeta sensível, um grande intelectual”. A solenidade teve ainda homenagens a José Martí com a apresentação dos músicos venezuelanos Javier Marín e Luisana Pérez que interpretaram as músicas “Decimas a Martí”, de Juan Carlos García e “Cuba Capitana”, de Joel Linares. Já o grupo ”Sabor de Cuba” tocou o hino cubano “Guantanamera” A solenidade contou ainda com a participação do ministro adjunto do ministério do desenvolvimento, indústria e comércio exterior, Marcelo Maia; do vice-Ministro do ministério da saúde, Heider Pinto; o diretor do Departamento da América Latina e o Caribe do ministério das relações exteriores, Antonio Alves, representantes da Assessoria Internacional da Presidência, do corpo diplomático acreditado neste país, do grupo parlamentar de amizade Cuba-Brasil, do movimento de solidariedade com Cuba, da Associação de graduados em Cuba e da missão Médica Cubana; assim como outros membros do governo, partidos políticos, sindicatos e movimentos sociais e juvenis amigos.

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A banda Sabor de Cuba animou os convidados com o rítmo dançante
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Os músicos Javier Marín e Luisana Pérez homenagearam com a voz o líder cubano

 

 

 

 

 

 

 

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Solenidade em homenagem à Revolução Cubana bastante prestigiada
Embaixador e embaixatriz de Angola
Sra. Neogilda Francisco M. Eduardo Cosme e o Sr. Nelson Cosme, embaixatriz e embaixador de Angola prestigiaram a festa

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 JOSÉ MARTÍ

Nascido em Havana (Cuba) no dia 28 de janeiro do ano de 1853, José Julián Martí Pérez foi uma poeta, jornalista, filósofo e político. Ligado à maçonaria, Martí teve sua iniciação em 1871 no Grande Oriente Lusitano. Além disso, criou o PRC – Partido Revolucionário Cubano – e planejou a Guerra Necessária (Guerra de 1895). Conhecido em Cuba como “El apóstol”, José Martí foi um dos pensadores de maior influência em seu país de origem, mas suas ideias transcenderam as fronteiras cubanas e se espalharam por diversas outras nações com ideologias parecidas com a de seu país.

 Peça fundamental no processo de independência cubana contra os colonizadores espanhóis, “El apóstol” é considerado um mártir em Cuba. Além de sua atuação política, foi um pensador prolífico e também poeta. Desde jovem, demonstrava inquietude no que se refere aos assuntos cívicos e simpatizava com os ideais revolucionários que começavam a ser introduzidos em Cuba.

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